Solidariedade en movemento: Operaçom Jaro

Galiza Livre*. LQS. Octubre 2020

Mais de dez assembleias abertas pugérom-se em andamento em cidades e vilas do país, e serám elas as responsabilizadas por dinamizar umha campanha solidária que culminará em Compostela no domingo 18 de outubro

Iniciativas solidárias com encausadas da ‘Operaçom Jaro’ culminarám com manifestaçom nacional em Compostela

Hoje soubemos que a Galiza comprometida com a defesa das liberdades sairá à rua a denunciar um enorme atropelo democrático: o juízo a 12 independentistas detidas na Operaçom Jaro, a enfrentarem a ameaça de 102 anos de prisom, multas e penas inabilitadoras. No 18 de outubro, num dia antes do juízo que começa em Espanha, umha manifestaçom sairá da Alameda compostelana para amossar a sua solidariedade com os encausados, e para exigir o livre direito à participaçom política de Causa Galiza e Ceivar.

Iniciativas diversas

Na rede, sucedem-se as mostras de apoio às independentistas processadas pola Audiência Nacional, e algumhas delas chegam de países da nossa contorna, como País Basco ou Catalunha. Também organismos em defesa dos direitos humanos como Esculca, estám a fazer umha leitura crítica do processo do ponto de vista do procedimento judicial. Para o colectivo, ao longo de cinco anos de instruçom, a causa aberta contra pessoas e organizaçons acumula tal grau de irregularidades que se pode falar de ‘vulneraçom de direitos.’

No ámbito antirrepressivo, ex-presas e presos políticos galegos de várias tendências venhem de publicar nas redes um manifesto em defesa da solidariedade com as pessoas privadas de liberdade. Os e as militantes, que no seu dia acabárom em prisom polo seu ideário arredista, comunista, antifascista, anarquista ou antimilitarista, chamam a atençom sobre o facto de Audiência Nacional criminalizar actividades como o recebimento de presas ou a participaçom em actividades de denúncia da dispersom. As e os assinantes declaram ‘nós que estivemos presos pola nossa luita política, que fomos na nossa época os beneficiários dessa solidariedade que o Fiscal quer criminalizar e encarcerar, nom podemos ficar calados. Conhecemos bem o importante que é a solidariedade da rua quando o Estado te encerra. As cartas, as visitas, o apoio político e social, as manifestaçons na rua e as marchas aos cárceres, a voz que nos emprestárom para que pudéssemos levar ao povo as nossas opinions e inquedanças.’

Da mesma maneira, o organismo anti-repressivo Ceivar pujo em andamento umha campanha de auto-inculpaçons, com o objecto de que todas as pessoas que tenhem assistido ao recebimento dum preso ou presa reconheçam orgulhosamente este facto, um facto que até o do momento a justiça espanhola nom se atrevera a penar na Galiza.

Na rua

Agora, cinco e três anos depois, respectivamente, das rusgas que tentárom desactivar as actividades de Causa Galiza e Ceivar, lançando umha mensagem ameaçadora a todo o independentismo, a reivindicaçom volta às ruas com especial intensidade. Mais de dez assembleias abertas pugérom-se em andamento em cidades e vilas do país, e serám elas as responsabilizadas por dinamizar umha campanha solidária que culminará em Compostela no domingo 18 de outubro.

* Galiza Livre

Manifesto Nacional de ex-Presos e ex-Presas Políticas
Manifesto de solidariedade co@s 12 independentistas galeg@s
La justicia vulnera derechos fundamentales
Galiza – LoQueSomos

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